terça-feira, 17 de março de 2009

Prémio Dardos e Lua Durand

Futurista, estou alegre. A Mari Ceratti, editora do Me convenceram que eu precisava disso, me agraciou com o Prémio Dardos.

E do que se trata? Eis a explicação.

"Com o Prémio Dardos reconhecem-se os valores que cada blogger emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os bloggers, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à web.
Este prémio obedece a algumas regras:

1) Exibir a imagem do selo;

2) Linkar o blog pelo qual se recebeu a indicação;

3) Escolher outros blogs a quem entregar o Prémio Dardos."

Bom, o selo eu colo daqui a pouco aí do lado direito.

O blog da Mari já está aí entre os que eu sugiro ao leitor interessado em rir, pensar ou amar, queira ele sentir tudo isso junto ou cada um isoladamente. Clique aqui para lê-lo.

O terceiro quesito é fácil de resolver. Por que o prémio vai de bate-pronto para um blog que incluo agora na listinha aí do lado: o Café na porta, editado pela fotógrafa amadora e poetisa recifense Lua Durand.

O texto é denso, por vezes angustiante, mas muito, muito original. Repare se não!

Benvinda, poetisa, ao .2009..

Bom, eu iniciei este blog em meados de janeiro passado. Ele é o projeto malogrado de um livro. Pensava em escrever crônicas ao longo de um ano, em formato de agenda, sobre os fatos discutidos publicamente no Brasil.

Minha idéia era relatar tudo como se eu mesmo tivesse conhecimento em nível de tábula rasa, como se fosse um ET a vislumbrar, espantado, uma sociedade ao mesmo tempo apaixonante e patética.

A proposta inicial mudou um pouco. Achei que o narrador ignorante não iria funcionar. Então decidi escrever crônicas epístolares para um leitor do futuro, que, se não terá conhecimento zero sobre o que hoje é o presente, tampouco saberá em minúncias como vivemos, o que pensamos, como comemos, amamos e sobrevivemos. Exatamente como nós, Contemporâneos, apenas fazemos uma nublada idéia de como era a vida na Idade Média.

É o que tento reportar aqui, a treinar uma tênue veia literária.

1 comentários:

stael disse...

Meu amor,
Sinto muito orgulho de você!